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Desenvolvimento sustentável, responsabilidade social, soluções e produtos ecologicamente corretos. Esses são os compromissos da Brasnutri.




SEMINÁRIO

É com satisfação que a Brasnutri recebe o convite da cunsultoria Ambiance para participar como conferencista, nos dias 28 e 29 de maio, do Seminário GESTÃO E PREVENÇÃO AMBIENTAL, em São Paulo. Desde já agradecemos o convite e o reconhecimento do nosso trabalho desenvolvido na área de Logística de Resídos Industriais. A nossa participação está confirmada e, em breve, aqui no blog, você ficará a par do desdobramento desse evento. Para participar do seminário, favor entrar em contato com a Ambiance através do email: ambiance@ambianceconsultoria.com.br, ou pelo telefone (11) 5093 9885. Até lá!


Escrito por Brasnutri às 09h41 [ envie esta mensagem ]



A BATALHA DOS ALIMENTOS ORGÂNICOS


Escrito por Brasnutri às 22h58 [ envie esta mensagem ]



BRASNUTRI DE OLHO NA OPINIÃO DA UNCTAD

Por Assis Moreira

As Nações Unidas incrementaram o debate global em torno da crescente inflação dos alimentos e alertaram que o aumento dos lucros proporcionados pelas exportações agrícolas está beneficiando menos os agricultores dos países em desenvolvimento e mais as agroindústrias processadoras de matérias-primas, as tradings e as grandes redes de supermercados.


A análise é baseada na enorme concentração na distribuição dos alimentos, comparada à fragmentação do lado da oferta. E ajuda a explicar a diferença crescente entre o que os consumidores pagam e o que os produtores agropecuários de fato recebem.


Diante disso, a Agência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) prega que a nova realidade no comércio internacional, caracterizada por demanda duradoura e alta de preços, exige que os países reforcem com urgência suas políticas de concorrência agroindustrial. Em plena crise, o tema será colocado aos chefes de Estado e dezenas de ministros que participarão da grande reunião do órgão na próxima semana, em Accra (Gana).


O índice de preços da Unctad para as commodities (exclui petróleo) alcançou recentemente seu maior nível em dólar desde 1960. Aumentou 159% entre janeiro de 2002 e janeiro de 2008. As matérias-brutas de origem agrícola subiram 133%, enquanto os preços de metais e minerais progrediram 285% no período.


O aumento atual dos custos mundiais de quase todos os gêneros alimentícios repercute na cadeia de valor e abastecimento, pressionando a inflação e causando mais insegurança alimentar, sustenta a Unctad. A entidade nota que é esse movimento que leva cada vez mais governos a adotar medidas para controlar a situação. Para a agência da ONU, sem uma política de concorrência adequada, a situação tende a se agravar.


E a preocupação cresce. Na França, Christine Lagarde, ministra da Economia, convocou uma mesa-redonda com produtores, processadores e supermercados depois de constatar uma elevação média de 5% nos preços ao consumidor, mas com alguns alimentos subindo até 27% em um ano.


Nos países industrializados, a população gasta entre 10% e 15% da renda com alimentos, enquanto nos países em desenvolvimento esse percentual varia de 50% a 75%, de acordo com economistas. Daí porque a Unicef, fundo das Nações Unidas para a infância, qualifica a situação atual de "bomba de efeito retardado" e teme que mais crianças nos países pobres abandonem a escola para trabalhar e ajudar as famílias a comprar comida.


A previsão é que a fatura de importação de cereais dos países da África deverá aumentar de US$ 6,5 bilhões, na temporada 2002/03, para US$ 14,6 bilhões em 2007/08. Na Ásia, a conta tende a subir de US$ 7 bilhões para US$ 15,4 bilhões na comparação. Em outros países mais pobres e com amplo déficit de alimentos, apenas a importação de trigo poderá saltar de US$ 7,8 bilhões para US$ 19,1 bilhões no intervalo.


O Programa Alimentar Mundial (PAM) informou que 80% dos alimentos que distribuiu à população pobre em 70 países foram comprados de produtores locais, e pontuou que as aquisições foram realizadas "de maneira equilibrada" para não provocar mais inflação nesses países.


O PAM aumentou sua necessidade de recursos para este ano de US$ 2,9 bilhões para US$ 3,4 bilhões, justamente em virtude da elevação dos preços. Mas dos US$ 500 milhões adicionais que pediu à comunidade internacional, só recebeu até agora US$ 14 milhões, apesar de a crise de alimentos ter entrado com força na agenda política mundial.


Escrito por Brasnutri às 11h29 [ envie esta mensagem ]



AGENDA

Workshop da FIEMG sobre poluição e licenciamento ambiental. Veja mais aqui.


Escrito por Brasnutri às 18h14 [ envie esta mensagem ]



DO BOI AO EUCALIPTO

O grupo JBS-Friboi e a MCL Participações se uniram para formar a Florestal Investimentos. A idéia é plantar 500 mil hectares de eucaliptos na Região Centro-Oeste. Os investimentos podem chegar a US$ 900 milhões, prevê Derci Alcântara, presidente da nova empresa.


Escrito por Brasnutri às 14h49 [ envie esta mensagem ]



A BRASNUTRI RESPEITA O MEIO AMBIENTE

 


Escrito por Brasnutri às 16h34 [ envie esta mensagem ]



CONSCIÊNCIA VERDE

Consumo consciente de embalagens é pensar no meio ambiente quando você está fazendo compras e avaliar se as embalagens que está levando para casa junto com os produtos que adquiriu são mesmo necessárias ou feitas de materiais ambientalmente amigáveis - material reciclado, feito de fontes renováveis, fáceis de reciclar ou que possibilitem sua reutilização.

Consumir embalagens de maneira consciente é evitar comprar produtos "superembalados" e, sempre que possível, dar preferência a bens não-embalados (como, por exemplo, alimentos frescos). É pegar um guardanapo do porta-guardanapo em lugar de aceitar um que venha dentro de um saquinho de plástico. É evitar embalagens demais, do tipo "caixinha-dentro-de-um-saquinho-dentro-da-sacola-dentro-do-sacolão", que geram uma quantidade enorme de lixo. É levar sua sacola retornável para diminuir seu consumo de sacolas plásticas e pedir que o empacotador utilize toda a capacidade da sacolinha - além de exigir que o lojista ofereça sacolas resistentes, dentro das especificações técnicas de qualidade.

É também procurar comprar produtos em embalagens que tragam quantidades adequadas para sua família (por exemplo: se a sua família é grande, compre as bebidas nas embalagens maiores; se for pequena, evite as embalagens grandes e, conseqüentemente, o desperdício). É saber que há diversos produtos que vêm concentrados, contendo em apenas uma embalagem o equivalente a muitas delas do produto normal. É não comprar embalagens descartáveis de refrigerantes e bebidas quando houver a possibilidade de comprá-las em vasilhames retornáveis. É preferir produtos que ofereçam a opção de refil - e assim ajudar a economizar os recursos naturais na fabricação de novas embalagens.

A geração de resíduos cresce com o aumento do consumo - e as embalagens são o maior indicador desse crescimento. Quanto maior o consumo, maior a produção de embalagens. E embalagem é algo pelo que você paga, leva para casa e joga fora. O consumo consciente de embalagens é levar em conta que toda embalagem que vai de carona em nossas compras tem um impacto na natureza - seja na sua fabricação ou no seu descarte.

Olhe em volta dos produtos que você está comprando e pense: essa embalagem é a melhor alternativa para o meio ambiente? Procure saber mais sobre opções ambientalmente amigáveis e sobre consumo consciente! Pratique! Dê o exemplo! O planeta agradece!


Escrito por Brasnutri às 09h31 [ envie esta mensagem ]



OS EUA E A SOJA

Em um cenário já atribulado pela dimensão ainda desconhecida da crise da economia americana e pelo movimento acelerado de entrada e saída dos fundos especulativos do mercado de commodities agrícolas, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA) adicionou ontem mais combustível à volatilidade. Na bolsa de Chicago, o preço da soja registrou a maior queda permitida em uma sessão.



No aguardado primeiro relatório de projeção de plantio da safra americana, o USDA estimou uma área de 30,2 milhões de hectares para a soja na próxima safra (2008/09), acima dos 25,7 milhões do ano passado e mais do que sinalizavam as projeções dos analistas. Com isso, em Chicago os contratos com vencimento em julho caíram 70 centavos de dólar (5,4%), para US$ 12,15 por bushel.


A forte valorização da soja em 2007 estimulou o aumento do plantio. O preço da commodity subiu 64% no ano passado. Neste ano, a cotação média dos contratos de segunda posição de entrega, normalmente os de maior liquidez, acumula alta de 16,89%. O desempenho contrasta com o do mês de março, quando a cotação média da commodity caiu 2,41%, segundo o Valor Data.


Outra ampliação de área prevista pelo USDA, desta vez para o trigo, justificou a queda acentuada dos preços do cereal. O relatório projetou área de 25,8 milhões de hectares, 5,5% a mais que em 2007. Com o declínio de 59 centavos de dólar - e depois de bater no limite de 60 centavos -, o trigo para julho negociado em Chicago fechou a US$ 9,37 por bushel. Mesmo com os percalços de março, o trigo encerrou o mês em alta. Na média, os contratos de segunda posição de entrega subiram 2,48%. No ano, o avanço acumulado é de 18,47%.


O milho também manteve-se valorizado em março. Os contratos de segunda posição de entrega subiram, na média, 5,84%. Ontem, com o anúncio de que a área dedicada ao grão cairá de 37,8 milhões para 34,8 milhões de hectares, os contratos com vencimento em julho negociados em Chicago subiram 8,25 centavos de dólar, a US$ 5,82 por bushel.


Ao sabor da crise americana, os fundos de investimentos aceleraram as compras e vendas dos contratos de commodities agrícolas a partir de fevereiro, movimento que ganhou força em meados de março, com a proximidade do fim do trimestre. O relatório do USDA era um dos mais aguardados dos últimos tempos porque ajudaria a dar uma leitura mais fundamentalista a um mercado que vinha sendo guiado por leituras financistas.


Passado o anúncio, e ainda que as quedas de ontem possam perdurar por mais alguns dias, o novo norte dos analistas serão os relatórios sobre clima nas áreas de plantio - além do dimensionamento da crise americana.


"Em três anos, perderam-se 57 milhões de toneladas, em cereais e grãos, por conta de problemas climáticos na Austrália, nos Estados Unidos e na União Européia. Se houver um novo problema grande de clima, as conseqüências poderão ser bíblicas, pantagruélicas", diz Mauro de Rezende Lopes, professor da Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pesquisador e membro do conselho consultivo do Instituto Brasileiro de Economia (IBRE).


Em uma análise em que leva em conta mais o movimento do preço do petróleo que o da presença dos fundos no mercado de commodities agrícolas, diz Lopes, o cenário ainda é de preços altos. A demanda por alimentação humana e animal continua em alta e, para conter inflação interna, países como a Índia têm restringido exportações.


A economista Amaryllis Romano, da Tendências Consultoria, também avalia como altista a tendência dos preços. Na média dos contratos de primeira posição, segundo seus cálculos, soja, milho e trigo deverão encerrar 2008 com altas de 39,3%, 20,6% e 35%, respectivamente.


Também deve colaborar para a sustentação da alta dos preços, ainda que não nos patamares recordes do início do ano, o fraco desempenho fraco desempenho de outros ativos, como ações e títulos públicos, avalia Vinícius Ito, operador da Newedge, corretora sediada em Nova York.

Escrito por Brasnutri às 10h05 [ envie esta mensagem ]




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