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BEM SADIA
| A Sadia, uma importante parceira da Brasnutri, informou ontem que encerrou 2007 com receita bruta de R$ 9,8 bilhões, com aumento de 24% sobre o ano anterior. As vendas externas representaram 46% da receita total e as internas, 54%. O Ebtida (lucro antes de impostos, juros, depreciações e amortizações) atingiu R$ 1,1 bilhão, com margem de 12,7%, dentro das expectativas da empresa - o maior da história da companhia. O lucro líquido totalizou R$ 689 milhões, aumento alta de 83% sobre 2006. |
| No ano passado, as vendas da empresa em volume totalizaram 2,1 milhões de toneladas, incremento de 13,4% em relação a 2006. O mercado interno registrou aumento de vendas de 7,5% e as exportações cresceram 19,1%. |
| No quarto trimestre de 2007, o faturamento bruto do grupo foi de R$ 2,9 bilhões, alta de 23,9%. O lucro líquido cresceu 32,4% no período, totalizando R$ 295,1 milhões. O Ebtida foi de R$ 364,8 milhões, um incremento de 6,4% na comparação com 2006. |
| "O ano foi muito bom, apesar da desvalorização do dólar e aumento dos preços das commodities", afirmou Gilberto Tomazoni, presidente-executivo da Sadia, em teleconferência ontem . Ele destacou que o bom desempenho também refletiu a crescente demanda por carnes, sobretudo o aumento das vendas de produtos industrializados, com ampliação de 12,4% no Brasil e 45,1% no exterior. |
| Para 2008, a companhia prevê crescimento de 12% a 14% em suas vendas. O grupo pretende investir R$ 1,6 bilhão, o maior valor de sua história, em sua expansão, ante R$ 1,1 bilhão em 2007. |
| "A meta do grupo é dobrar a empresa de tamanho a cada cinco anos, o que significa um crescimento médio de 15%", afirmou Tomazoni. O grupo deve continuar de olho em novas oportunidades, o que significa fazer aquisições e expandir suas unidades em operação. |
| Entre os principais investimentos da empresa, Tomazoni destacou a inauguração da fábrica da Rússia, em Kaliningrado, construída com parceiro local, e a unidade em construção no Oriente Médio. Uma terceira fábrica no exterior está nos planos da empresa, mas ainda não há nada definido. |
| No mercado interno, o executivo afirmou que a empresa continuar crescendo e destacou a aquisição da Big Foods e da Goiaves, além da construção de uma agroindústria em Lucas do Rio Verde (MT), e uma unidade produtora em Pernambuco. |
Escrito por Brasnutri às 10h54
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FAZENDAS PARA EXPORTAÇÃO
por Alda do Amaral Rocha e Vanessa Jurgenfeld
fonte: Valor Econômico
| A lista apresentada ontem pelo Ministério da Agricultura brasileiro a autoridades da área de sanidade da União Européia, com as propriedades produtoras de gado bovino consideradas aptas a exportar ao bloco, tem entre 2.600 e 2.800 estabelecimentos, de acordo com a defesa de seis Estados e fontes do setor exportador. A relação com as propriedades foi apresentada pelo secretário de Defesa Agropecuária do ministério, Inácio Kroetz, a uma equipe do Directorate General for Health and Consumer Affairs (DG Sanco) , que não escondeu que esperava uma lista menor. |
| Os europeus teriam insistido no número de 300 fazendas, como foi aventado em dezembro passado, quando a UE exigiu a lista do Brasil como forma de restringir a entrada de carne bovina brasileira em seu mercado. A decisão foi tomada depois que uma missão européia que visitou o Brasil encontrou falhas no sistema de rastreabilidade do gado, o Sisbov. |
| Pelo cronograma acertado, os europeus teriam de publicar no diário oficial da UE uma lista com as propriedades habilitadas no próximo dia 31. O cronograma prevê ainda que técnicos da UE virão ao Brasil em março para auditar as fazendas da lista. Após as inspeções, a lista, que a UE chama de provisória, poderá ser revista. |
| A avaliação no setor de carne bovina no Brasil é que a União Européia não tem justificativa técnica para alterar a lista agora nem prerrogativa para isso, já que em sua decisão de dezembro definiu que o Ministério da Agricultura seria o responsável por elaborar a relação. |
| No total, há 6.780 propriedades ou ERAs (estabelecimentos rurais aprovados) nas regiões do país habilitadas para exportar carne bovina à UE. Das 2.651 de Goiás, "mais de 1.000" foram consideradas "conformes", segundo a assessoria de imprensa da Secretaria de Agricultura goiana. Nem todas as propriedades, porém, foram visitadas. |
| Em Minas Gerais, de 1.710 ERAs, 1.237 foram aprovadas para exportar à UE, disse o secretário de Agricultura do Estado, Gilman Viana. Todas receberam equipes para auditorias. "Quem não foi aprovado, poderá fazer os ajustes necessários", disse Viana, lembrando que a lista do ministério poderá passar por modificações, com a exclusão ou inclusão de propriedades periodicamente. |
| No Mato Grosso, com 1.793 fazendas nas áreas habilitadas para exportar à UE, 494 propriedades foram visitadas e 140 consideradas "conformes", segundo Décio Coutinho, presidente do Instituto de Defesa Agropecuária do Estado . Ele disse que o número de fazendas visitadas foi baixo porque o órgão estava sem orçamento e só pôde se juntar às equipes do ministério nas inspeções uma semana antes do prazo final para entrega da lista. |
| No Rio Grande do Sul, 470 das 546 propriedades que foram vistoriadas pelos técnicos foram habilitadas, segundo o diretor do departamento de produção animal da secretaria de agricultura do RS, Cláudio Dagoberto Bueno. |
| Ele disse que as propriedades que não foram aprovadas apresentaram, em geral, inconsistências na documentação, como falta do registro de movimentação do bovino e anotações de atividades realizadas manejo dos animais. Houve casos também de número de animais na propriedade diferente do número que aparece no Sisbov. |
| Em Santa Catarina, apenas 32 propriedades foram vistoriadas. Inicialmente, o Estado tinha 40 previstas, mas logo tirou oito delas porque não chegaram a ter a auditoria das certificadoras no tempo hábil, segundo Edson Veran, presidente da Companhia Integrada de Desenvolvimento Agrícola de Santa Catarina (Cidasc). Das 32 propriedades, apenas 2 estavam na lista entregue pelo ministério em Bruxelas, de acordo com o superintendente do ministério em SC, Francisco Van de Casteele. Ele disse que há possibilidade que outras façam parte da lista que será publicada no diário oficial da UE, no dia 31. No Espírito Santo, de 40 fazendas vistoriadas, 23 foram incluídas até sexta-feira, segundo Camila Cortez Firmino, da Superintendência do Ministério no Estado. |
| Os animais das propriedades incluídas na lista para a UE devem se valorizar em relação aos demais, segundo analistas e frigoríficos. Estima-se que possa haver uma diferença de R$ 10 na arroba. "O boi para a UE vai subir e os outros vão cair", disse um dono de frigorífico. Segundo a Scot, a arroba do boi rastreado estava ontem em R$ 70 em Cuiabá (MT). |
Escrito por Brasnutri às 10h43
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HORTA ORGÂNICA
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Escrito por Brasnutri às 14h34
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O PAC E A LEGISLAÇÃO AMBIENTAL
por Paulo Bessa Antunes
O governo federal anunciou, no ano passado, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) - um conjunto de medidas e intervenções que, fundamentalmente, tem por objeto ampliar a infra-estrutura brasileira e, com isto, propiciar um incremento importante da atividade econômica. Como não poderia deixar de ser, as leis de proteção ao meio ambiente são extremamente importantes para que o PAC possa se desenvolver e dar os resultados que a sociedade espera, seja do ponto de vista puramente econômico, seja protegendo o meio ambiente.
| Infelizmente, poucos têm se dado conta de que a nossa legislação ambiental básica, sobretudo aquela que está diretamente relacionada com a infra-estrutura, foi concebida e aprovada em um período no qual o desenvolvimento econômico era apenas uma esperança, quiçá um devaneio, padecendo, assim, de um irrealismo quase que infantil. |
| Um exemplo disto é o Código Florestal. Muito embora seja de 1965 e tenha surgido em um contexto no qual se buscava o desenvolvimento econômico, em 1989, a Lei n° 7.803 promoveu importantes mudanças no artigo 2º do código, com uma notável ampliação das áreas consideradas de preservação permanente. Veja-se que no caso dos rios com menos de dez metros de largura, o valor da faixa de preservação original do código era de cinco metros. A nova redação do Código Florestal ampliou a aludida distância para 30 metros, e o mesmo ocorreu com as outras metragens no que se refere aos cursos de água mais largos. O mesmo se deu com o artigo 16 do Código Florestal, que trata da reserva florestal legal, que posteriormente foi alterado pela Medida Provisória nº 2.166/67, de 2001, sempre no sentido de ampliar as restrições ao livre uso da terra. |
| É interessante observar, no entanto, que apesar do "endurecimento" legal, o mundo concreto indica um crescimento do desflorestamento e da degradação no período. A administração pública, como se percebe, deu uma resposta formal a problemas reais, sem se dar conta de que o grande prejudicado com as medidas protetoras foi o próprio país, pois somente as atividades legais e formais são cobradas quanto à observância das leis mais duras. Românticas em período de baixíssima atividade econômica, as leis concebidas sem qualquer estudo prévio relevante passam a ser obstáculos severos quando se necessita fazer o país se movimentar. Nem se diga, aqui, que estamos apregoando a devastação, pois não consegui encontrar nenhuma justificativa, nas exposições de motivos, que justificassem a multiplicação por seis das faixas de preservação dos rios com menos de dez metros de largura, por exemplo. |
O atual conjunto de normas é incompatível com a pretensão de ultrapassar os 5% de crescimento econômico
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| Outro exemplo refere-se ao gerenciamento costeiro. A lei de gerenciamento costeiro - a Lei nº 7. 661, de 16 de maio de 1988 - foi igualmente produzida no chamado período da década perdida. No artigo 5º da lei, há uma relação extensiva de atividades a serem contempladas no gerenciamento costeiro, tais como urbanização, ocupação e uso do solo, do subsolo e das águas, parcelamento e remembramento do solo, sistema viário e de transporte, sistema de produção, transmissão e distribuição de energia, habitação e saneamento básico, turismo, recreação e lazer, patrimônio natural, histórico, étnico, cultural e paisagístico. Há ainda a necessidade de estudo de impacto ambiental, sendo que no artigo 6º há uma previsão de estudo de impacto ambiental para praticamente qualquer atividade que se pretenda realizar na costa: "Para o licenciamento, o órgão competente solicitará ao responsável pela atividade a elaboração do estudo de impacto ambiental e a apresentação do respectivo relatório de impacto ambiental (Rima), devidamente aprovado, na forma da lei". |
| Muitos outros exemplos poderiam ser apresentados. Meu objetivo com o presente artigo, no entanto, não é realizar um arrolamento da legislação ambiental brasileira, mas sim chamar a atenção para um fato pouco observado, que é a existência de um conjunto de normas construído em período de crescimento da atividade econômica tendente a zero e que, salvo melhor juízo, é incompatível com uma conjuntura na qual se pretenda ultrapassar os 5% anuais de crescimento econômico. |
| Releva notar, como já foi feito acima, que a legislação em si mesma não é capaz de assegurar maior grau de proteção ambiental, devendo ser acompanhada de um conjunto de medidas, atitudes e instrumentos que sejam aptos a dar-lhe concretude. Entretanto, a realidade nos demonstra que, desde a elaboração de tais normas, não se pode afirmar que elas tenham sido responsáveis por uma efetiva melhoria da qualidade ambiental, haja vista que tem sido propalado aos quatro ventos que a qualidade ambiental tem sofrido decréscimo. |
| Assim, ao se pretender retomar o crescimento econômico e mantê-lo em níveis sustentáveis, se faz necessário um debate bastante profundo sobre a necessidade e utilidade de determinadas normas e, sobretudo, de sua correspondência com a realidade. Norma boa é aquela que encontra condições sociais que a torne exeqüível e, portanto, eficaz. |
Escrito por Brasnutri às 12h06
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ABAG
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Escrito por Brasnutri às 09h08
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O COLAPSO DO AGRONEGÓCIO E A AGRICULTURA DO FUTURO
fonte: Valor Econômico
A interação de dois fenômenos estruturais são preditivos de uma atividade agrícola no futuro, organizada sob bases incompatíveis com a manutenção do agronegócio nos termos atuais. O primeiro fenômeno, de ordem econômica, subproduto da modernização conservadora da agricultura, diz respeito à trajetória erosiva, no longo prazo, dos níveis de rentabilidade econômica da base primária da atividade, decorrente do gap continuado entre preços agrícolas e custos de produção. Esse descompasso teve início com a auto-suficiência alimentar da Europa no final da década de 1970. À título de exemplo, de acordo com a FAO, entre 1980 e 2005, os níveis reais dos preços do milho, arroz, trigo e algodão declinaram, respectivamente, 55%, 50%, 46%, 60% e 54%.
| Interagem com esse fenômeno os ganhos de produtividade agrícola em escalas incapazes de convergir as curvas dos preços e custos. A este respeito, vale consultar na Central de Informações Agropecuárias da Conab (www.conab.gov.br) os dados sobre a evolução dessas variáveis, para várias culturas, no período de 1998 a 2007. |
| Nos países ricos, o colapso da agricultura, por força desses fenômenos, tem sido evitado por políticas protecionistas vigorosas que incluem bilhões de dólares em ajuda aos agricultores. |
| No Brasil, a grande exploração agrícola tem resistido, com competitividade internacional, graças ao concurso de fatores como: a "cultura" da inadimplência no crédito rural, a precarização do trabalho, os baixos preços relativos da terra, o uso predatório dos recursos naturais e os incentivos da Lei Kandir. |
| Decorre das tendências acima, portanto, a rota desestruturante da base primária da agricultura empresarial, ao que tudo indica, inevitável, à medida que resultante de fatores dificilmente reversíveis, a exemplo do protecionismo agrícola, da imanência excedentária do modelo agrícola e dos processos de concentração e a centralização econômica dos capitais industrial, financeiro e comercial no entorno da atividade agrícola. |
| Poder-se-ia contra-argumentar que a economia dos agrocombustíveis imporá inflexão nessas tendências. Mas, o governo brasileiro, os agrosenhores e os seus agro-intelectuais garantem que não haverá competição com a produção de alimentos! Aliás, recomenda-se àqueles que ainda apostam na mega-economia dos agrocombustíveis, a interpretação política da lista de bens ambientais, sem o etanol, apresentada em Bali na COP 13, pelos EUA e Europa, em atropelo e desrespeito, como de praxe, às negociações entabuladas pelos mais de 150 membros do Comitê de Comércio e Meio Ambiente da OMC. |
| Esta ameaça à agricultura empresarial perde intensidade no caso da agricultura familiar e camponesa por conta dos valores e relações com a terra não restritos à lógica marginalista. |
| Com esta maior blindagem e levando em conta os efeitos do segundo fenômeno tratado na seqüência, a pequena produção agroecológica se habilita para hegemonizar, no futuro, a paisagem agrária, principalmente em países como o Brasil. |
Sem a redução massiva da utilização dos agroquímicos não há possibilidade de redução do aquecimento global
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| O segundo fenômeno deriva dos impactos na atividade agrícola das mudanças climáticas globais e, ao mesmo tempo, das contribuições da agricultura para o aquecimento global. |
| O mundo se depara com o grandioso (e ao que tudo indica, irrealizável) desafio de reduzir, entre 50% e 80% as emissões de gases de efeito-estufa, nos próximos 50 anos, para evitar que a temperatura global ultrapasse os 2 graus centígrados. E as medidas nesta direção devem ser implementadas, nas hipóteses mais otimistas, no prazo de até 15 anos. |
| A agricultura contribui de forma importante e será fortemente afetada por esse processo. Calcula-se que esta atividade seja responsável por 30% das emissões globais de gases geradores do efeito estufa. Afora as queimadas em países como o Brasil, o principal fator da contribuição da agricultura para o aquecimento global é o emprego intensivo de fertilizantes químicos. Daí decorre o seguinte dilema: sem a redução massiva da utilização dos agroquímicos não há possibilidade de redução do aquecimento global e, ao mesmo tempo, sem o uso crescente desses insumos a agricultura produtivista estará inviabilizada. |
| Neste quadro, no qual a grande exploração agrícola conspira contra a sua própria sobrevivência e a do planeta, os impactos do aquecimento global desestabilizadores da agricultura, previstos no último Relatório do IPCC, exigirão mudanças de profundidade na base técnica da agricultura sob pena de severas ameaças à segurança alimentar da população mundial. |
| É óbvio que os centros de pesquisa em todo o mundo já vêm se empenhando por soluções técnicas agronômicas para as situações de superstress que advirão do aquecimento global. Todavia, se, por exemplo, é possível a obtenção de variedades compatíveis com adversidades ambientais previstas, não parece razoável supor uma atividade agrícola no futuro ultra-intensiva em fertilizantes. A não ser que a opção seja pela destruição do planeta! Não sendo assim, é possível imaginar o atual modelo agrícola, sem os agroquímicos? Aí já seria um outro modelo agrícola! |
| Do mesmo modo, muitos cientistas asseguram que a agricultura com biodiversidade será essencial para a convivência com os desdobramentos dos mudanças climáticas. Como isto seria possível com um tipo de agricultura no qual a biodiversidade tem sido uma das suas principais vítimas? Além disso, sem monocultivos em escala não há possibilidade de viabilidade econômica para a base primária do agronegócio, nos termos atuais. De novo, agora por razões ambientais, a pequena produção agroecológica se credencia para dominar a paisagem agrária do futuro |
| Em suma, se fatores desestabilizadores da natureza e da economia tendem a criar essa oportunidade de hegemonia para a agricultura familiar e camponesa, no futuro, resta que, na política, as suas organizações atuem para tal sob perspectiva estratégica. |
| Para tanto, mais do que nunca, reforma agrária, agricultura familiar e meio ambiente devem passar a ser pontos de convergência das agendas das lutas populares no campo. E cumpre que se perceba a necessidade de luta pela revisão do Pronaf à medida que, na concepção atual o programa nivela as formas de gestão e produção dos camponeses às bases de organização da agricultura produtivista. Isto não ajuda a construir o futuro! |
| Gerson Teixeira é coordenador geral da Associação Brasileira de Reforma Agrária - ABRA, no DF |
Escrito por Brasnutri às 19h05
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UVA ORGÂNICA
Leia aqui.
Escrito por Brasnutri às 17h14
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BRASNUTRI SOLUÇÕES AMBIENTAIS
O Licenciamento Ambiental é um procedimento pelo qual o órgão ambiental competente permite a localização, instalação, ampliação e operação de empreendimentos e atividades utilizadoras de recursos ambientais, e que possam ser consideradas efetiva ou potencialmente poluidoras ou daquelas que, sob qualquer forma, possam causar degradação ambiental.
Com este instrumento busca-se garantir que as medidas preventivas e de controle adotadas nos empreendimentos sejam compatíveis com o desenvolvimento sustentável.
Enquanto instrumento de caráter preventivo, o Licenciamento é essencial para garantir a preservação da qualidade ambiental, conceito amplo que abrange aspectos que vão desde questões de saúde pública até, por exemplo, a preservação da biodiversidade, com o desenvolvimento econômico. Neste início de século, são cada vez mais importantes o debate e a busca por um desenvolvimento que coexista harmoniosamente com o meio ambiente - um desenvolvimento sustentável, que baseia-se em três princípios básicos: eficiência econômica, eqüidade social e qualidade ambiental. Portanto, o Licenciamento atua numa perspectiva que pode contribuir para uma melhor qualidade de vida das gerações futuras.
Existe uma preocupação crescente em conciliar um desenvolvimento adequado com questões relacionadas à saúde pública, de tal forma a promover condições ambientais básicas que não agridam a comunidade e o local onde os empreendimentos serão instalados. Assim, os esforços feitos para promover a melhoria dos níveis de poluição, seja em termos do ar, água, solo, ruído, etc. tornam-se fundamentais. Os empreendedores, cada vez mais, devem ter consciência das necessidades locais e responder às suas prioridades e preocupações. .
A preocupação com a saúde pública deve ser de todos, e tem de evoluir no sentido de lidar com novos desafios e com circunstâncias que mudam rapidamente. Para tanto é necessário que os empreendedores estejam a par das novidades tecnológicas envolvidas em seus empreendimentos, que visam a prevenção da poluição, e que não necessariamente envolvem custos elevados.
Assim, o Licenciamento Ambiental é uma ferramenta de fundamental importância, pois permite ao empreendedor identificar os efeitos ambientais do seu negócio, e de que forma esses efeitos podem ser gerenciados. A Política Nacional de Meio Ambiente, que foi instituída por meio da estabeleceu mecanismos de preservação, melhoria e recuperação da qualidade do meio ambiente visando assegurar em nosso país o desenvolvimento socioeconômico e o respeito à dignidade humana. O Licenciamento é um desses mecanismos; ele promove a interfaceentre o empreendedor, cuja atividade pode vir a interferir na estrutura do meio ambiente, e o Estado, que garante a conformidade com os objetivos dispostos na política estabelecida.
Escrito por Brasnutri às 16h09
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MILHO EM ALTA
O cenário da cultura do milho em Minas Gerais começou o ano de 2008 com demonstrações de que o grão deve novamente ser um dos destaques da agricultura estadual. Os preços pagos ao produtor continuam firmes, com a saca de 60 kg sendo vendida por aproximadamente R$ 30,00, de acordo com o Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea). O valor é quase o dobro do custo de produção. O ano passado foi de recuperação de preços para o agricultor. Em relação a janeiro de 2007, quando a saca estava sendo cotada a R$ 25,00, o crescimento é de 19% comparando com os preços atuais. A valorização do milho pode ser explicada, principalmente, pelo aumento das exportações. A produção de etanol nos Estados Unidos à base de milho diminuiu a oferta mundial e abriu novos mercados para o milho brasileiro.
O grão se valorizou no mercado internacional e apesar de ainda pequenas, as exportações de milho por Minas Gerais cresceram significativamente. Nos primeiros onze meses do ano passado, a quantidade exportada cresceu mais de 1000% em relação a 2006, chegando a aproximadamente 110 mil toneladas. Já as exportações brasileiras somaram 10,8 milhões de toneladas. Para 2008, os especialistas recomendam cautela. A safra esperada para Minas Gerais é praticamente a mesma do ano passado, cerca de 6,3 milhões de toneladas. E ainda é cedo para fazer uma estimativa de queda da produção por causa do clima. Além disso, com a chegada do milho da nova safra ao mercado, os preços devem apresentar uma redução. O milho é o principal grão cultivado em Minas Gerais.
A cultura está presente em todas as regiões, com destaque para o Sul (256 mil hectares), Alto Paranaíba (208 mil hectares) e Triângulo Mineiro (192 mil hectares). A produtividade quase dobrou nas lavouras mineiras nos últimos 13 anos. Em 1996, a produção estadual foi 3,3 milhões de toneladas em uma área de 1,29 mil hectares. Já a produção de 6,3 milhões de toneladas esperada para este ano será colhida em uma área de 1,33 mil hectares. Os maiores produtores de milho em Minas são os municípios de Uberaba (Triângulo Mineiro) e Unaí (Noroeste). As informações são da Secretaria do Estado de Minas Gerais.
Fonte: Agrolink
Escrito por Brasnutri às 17h51
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MARKETING DOS ALIMENTOS ORGÂNICOS
Leia aqui sobre o assunto.
Escrito por Brasnutri às 10h39
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AGRONEGÓCIO DA CANA
| O forte avanço da cana-de-açúcar sobre as áreas de grãos visto nos quatro cantos do país nos últimos dois anos perde força. A recuperação dos preços da soja e do milho nos mercados internacional e doméstico ao mesmo tempo em que as cotações do açúcar e do álcool patinam mudou a relação de rentabilidade entre essas culturas e fez os grãos voltarem a ficar atrativos para os produtores. |
| Levantamento da consultoria AgraFNP, feito com exclusividade para o jornal Valor Econômico, mostra que as rentabilidades do milho e da soja estão hoje em patamares muito superiores à da cana, que nesta atual safra está negativa no centro-sul do país. A rentabilidade do milho supera a da soja convencional em importantes praças produtoras, como Goiás, Minas Gerais e Paraná. Já a da cana-de-açúcar (considerando uma média de cinco cortes), em contrapartida, está negativa . |
| Em Goiás, que se tornou uma nova fronteira para a produção de etanol, gerando resistência de prefeituras ao avanço da cana, os custos de produção do milho por hectare estão em R$ 1.464,80, com uma rentabilidade de R$ 315,20. O custo para produzir cana está em R$ 3.240,60 por hectare, com prejuízo de R$ 536,20. |
Escrito por Brasnutri às 17h32
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O PERFIL DO CONSUMIDOR DE ORGÂNICOS
No Brasil, as mulheres respondem por 70% das decisões de compra e dão prioridade a produtos confiáveis e garantidos como benéficos à saude. A qualidade da alimentação dos filhos é uma prioridade para as mães atentas à questão dos agrotóxicos. De modo geral, o consumidor do produto orgânico apresenta tres tipos diferentes:
1 – O consumidor "ecológico"e militante: Conscientizado e informado, esse cliente sabe bem o que quer e faz suas compras com atenção e cuidado. Olha o rótulo do produto, verifica se tem algum sêlo de certificação, quer saber a origem do produto, como foi produzido e quer garantias. É o tipo de consumidor que questiona a ausência na industria, de embalagens degradáveis para os produtos orgânicos. Procura fugir da alimentação industrializada e de produtos que tenham residuos químicos.
2 – O consumidor que quer se iniciar em um novo estilo de vida e de consumo: Procura se informar e sabe que o padrão de sua alimentação pode melhorar em qualidade. Compra o produto orgânico, pela recomendação de outras pessoas que já o conhecem, pois está acostumada a consumir apenas as marcas tradicionais do mercado.
Nessa mesma categoria, estão aqueles que buscam um novo estilo de consumo por razões de doença ou intoxicação. Procuram melhorar a qualidade de sua alimentação, orientados por médicos e nutricionistas.
3 – O consumidor gourmet: Procura o produto de alta qualidade, orgânico ou não. Os produtos orgânicos o interessam na medida que lhe dão a garantia de um produto fresco e saboroso. Para esse consumidor, o produto processado não pode ter conservantes ou aditivos de qualquer especie. Se orienta pelo sabor e bom gosto, pois está acostumado a degustar e escolher o melhor. É tanto ou mais exigente que o consumidor militante, ainda que por motivos diferentes.
Escrito por Brasnutri às 11h02
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SADIA COMPRA GOIAVES
fonte: Valor Econômico
| A Sadia anunciou ontem que firmou, com os controladores da Goiaves, "promessa de compra e venda" de 100% do capital social da empresa, localizada em Buriti Alegre, em Goiás, por R$ 60 milhões. O Valor apurou que desde meados do ano passado, a Sadia analisava a possibilidade de adquirir a Goiaves, que entrou em operação em junho de 2007 e teve investimentos de R$ 40 milhões de seus antigos controladores. |
| O valor do negócio envolvendo a empresa goiana está sujeito "a ajustes após o resultado do procedimento de due diligence", informou comunicado da Sadia à Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Com a aquisição, a Sadia coloca os pés em Goiás, Estado onde não tem unidades, e onde a Perdigão, sua principal concorrente, tem sua maior operação no país: o complexo agroindustrial de Rio Verde. No Estado, a Perdigão tem ainda unidades em Mineiros e em Jataí. |
| Para Pedro Galdi, analista da corretora do Banco Real, com a compra da Goiaves, a Sadia busca repor o market share que perdeu depois que a Perdigão adquiriu a Eleva (ex-Avipal) em outubro passado. Conforme a Perdigão, a compra a colocou como primeira no abate de aves e suínos no Brasil e a fez líder na exportação de aves. |
| Considerando que a operação da Goiaves é pequena, a compra feita pela Sadia é apenas um passo para reconquistar seu espaço no mercado. O abatedouro goiano tem hoje capacidade de produção de 100 mil cabeças de frango por dia e deve faturar aproximadamente R$ 100 milhões até o fim deste ano, segundo o comunicado da Sadia. |
| A Sadia informou ainda que seu plano é ampliar a capacidade de abate da Goiaves para 200 mil cabeças de frango por dia a partir de 2009, "com investimento na ordem de R$ 70 milhões, propiciando um faturamento em torno de R$ 270 milhões em sua plena capacidade". |
| Procurada, a Sadia informou que só se pronunciará depois que a operação for concluída. |
| Segundo apurou o Valor, a Sadia ainda não definiu se vai abater apenas frango na unidade de Goiás; há a possibilidade de vir a abater perus também na planta. |
| Uma fonte próxima da negociação lembrou que a empresa sempre quis ter operações no Estado de Goiás, e que a compra da Eleva pela Perdigão acabou acelerando uma decisão nesse sentido. |
| De acordo com Galdi, Sadia e Perdigão continuam olhando oportunidades de negócios. "No setor de carnes, está todo mundo olhando oportunidades", disse, acrescentando que frigoríficos de bovinos querem entrar em suínos e aves. O Bertin é um dos que já admitiu ter interesse em investir no abate de frangos. |
| A Goiaves, que entrou em operação em junho do ano passado, tinha como controladores os empresários Gal Lachovitz, Adalberto Martins, Jorge Jonas Zabrockis e a companhia paranaense Globoaves, maior produtora independente de pintos de um dia do país. |
| Em entrevista ao Valor, em junho passado, Zabrockis, que atuava como diretor-geral da Goiaves , disse a empresa só ficaria atrás da Perdigão em abate no Estado. Ele informou ainda, na ocasião, que a meta, em um ano e meio, era ter 350 avicultores integrados. Além disso, disse que, da produção da Goiaves , 70% deveria ser destinada à exportação e 30% ao mercado interno. |
Escrito por Brasnutri às 15h08
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BIODIESEL
A obrigatoriedade do B2 (óleo diesel com mistura obrigatória de 2% de biodiesel) desde 1º de janeiro representará neste ano um volume de consumo da ordem de 840 milhões de litro de biodiesel, grande parte atendido pela produção do combustível a partir do óleo de soja. A concentração da soja nesse segmento, de acordo com o Ministério de Minas e Energia e pela Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) é de 60 a 70%. Toda a demanda de biodiesel do 1º semestre de 2008, cerca de 380 milhões de litros, já foi contratada com a realização de leilões em novembro do ano passado e um certame específico para estoques em dezembro. Em abril ou maio deste ano, serão realizados outros leilões para a contratação da demanda do segundo semestre.
Escrito por Brasnutri às 09h09
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AGROECOLOGIA
Veja aqui alguns conceitos básicos da agroecologia. A agroecologia é considerada a base científica da agricultura orgânica. Ela busca avaliar os aspectos ecológicos, sócio-econômicos e agronômicos de um ecosistema, procurando mantê-lo sustentável, produtivo e rentável. Antes da implantação do sistema produtivo, é necessário fazer um estudo detalhado das relações ecológicas que se sucedem no ecosistema agrícola, a fim de estabelecer a forma, funcionamento e a dinâmica dessas relações.
Escrito por Brasnutri às 11h32
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PROJEÇÕES 2008
Nem a eventual crise da economia americana deverá afetar a agricultura brasileira. O valor da produção do campo no País deverá alcançar R$ 152 bilhões em 2008, 23% mais do que o auferido pelos produtores agrícolas neste ano, informa a Gazeta Mercantil.
Escrito por Brasnutri às 22h43
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CURIOSIDADE
De acordo com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, atualmente existem 15 mil produtores que atuam com agricultura orgânica, em uma área estimada em 800 mil hectares.
REGULAMENTAÇÃO DOS ORGÂNICOS
Depois de dois anos de espera, o governo federal aprovou o decreto 6.323, que regulamenta a agricultura orgânica no país. A regulamentação da lei nº 10.831- publicada há quatro anos - define regras nacionais para a produção, certificação e comercialização de orgânicos. Técnicos e especialistas de entidades públicas e privadas participaram da elaboração do decreto. Segundo o Ministério da Agricultura, para facilitar a relação comercial com outros países, foram utilizadas como base as diretrizes do Codex Alimentarius para a produção orgânica, além de regulamentos já adotados no Japão, nos Estados Unidos e em países da União Européia. O Codex Alimentarius é um fórum internacional de normalização de alimentos estabelecido pela Organização das Nações Unidas e pela Organização Mundial de Saúde.
Certificação
O decreto cria o Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade Orgânica que será composto pelo ministério, órgãos de fiscalização dos Estados e organismos de avaliação da conformidade orgânica. Nessa cadeia cabe ao ministério credenciar, acompanhar e fiscalizar os organismos. Já os organismos, mediante prévia habilitação do Mapa, farão a certificação da produção orgânica e deverão atualizar as informações dos produtores para alimentar o cadastro nacional de produtores orgânicos. Estes órgãos, antes de receber a habilitação do ministério, passarão por processo de acreditação do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro).
O decreto ainda permite a produção paralela na mesma propriedade de produtos orgânicos e não orgânicos desde que haja uma separação do processo produtivo. Também não poderá haver um contato com materiais e substâncias cujo uso não seja autorizado para a agricultura orgânica.
Conforme a legislação, não poderão ser comercializados como orgânicos no mercado interno os produtos destinados à exportação em que as exigências do País de destino ou do importador implique na utilização de componentes ou processos proibidos na regulamentação brasileira.
Com intuito de auxiliar as ações para o desenvolvimento da atividade, será criada a Comissão Nacional da Produção Orgânica (CNPOrg) e comissões estaduais organizadas pelas superintendências federais de agricultura. As comissões poderão emitir pareceres sobre regulamentos, propor regulamentos técnicos além de incentivar o fomento de fóruns setoriais. Esses órgãos serão formados, paritariamente, por integrantes do setor público e da sociedade civil com formação e experiência comprovada em agricultura orgânica.
O decreto autoriza também os agricultores familiares a realizar a venda direta ao consumidor desde que tenham cadastro junto ao órgão fiscalizador.
Fiscalização
A inspeção será feita nas unidades de produção, estabelecimentos comerciais e industriais, cooperativas, órgãos públicos, portos aeroportos, postos de fronteira, veículos e meios de transporte e qualquer ambiente onde se verifique a produção, beneficiamento, manipulação, industrialização, embalagem, acondicionamento, distribuição, comércio, armazenamento, importação e exportação.
Quando houver indício de adulteração, falsificação, fraude e descumprimento da legislação serão tomadas as seguintes medidas: advertência, autuação, apreensão dos produtos, retirada do cadastro dos agricultores autorizados a trabalhar com a venda direta e suspensão do credenciamento como organismo de avaliação. As punições serão mantidas até que se cumpram as análises, vistorias, ou auditorias necessárias. Também poderão ser aplicadas multas que variam entre R$ 100 a R$ 1 milhão.
Para o detalhamento de algumas questões do decreto, tais como o manual de boas práticas da produção orgânica, simplificação do registro dos produtos, lista dos insumos permitidos e regras para o credenciamento dos organismos de avaliação da conformidade orgânica, o ministério publicará instruções normativas que ficarão em consulta pública por 30 dias. Alguns desses regulamentos serão elaborados em conjunto com outros órgãos do governo federal, como Ministérios da Saúde e Meio Ambiente.
Todos os segmentos envolvidos na rede de produção orgânica terão prazo de dois anos para se adequarem às regras.
(fonte: Folha de São Paulo / Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento)
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Escrito por Brasnutri às 09h43
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