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Desenvolvimento sustentável, responsabilidade social, soluções e produtos ecologicamente corretos. Esses são os compromissos da Brasnutri.




RESPONSABILIDADE

A Brasnutri faz questão de apresentar a todos o projeto Gira Sol, da prefeitura municipal de Araguari. Conheça mais clicando aqui.


Escrito por Brasnutri às 11h26 [ envie esta mensagem ]



COMBUSTÍVEL VERDE

Mônica Scaramuzzo, De São Paulo

Relegado a segundo plano durante toda a década de 1990 e início dos anos 2000, o mercado de álcool combustível encontrou novamente seu rumo e engata uma vigorosa rota de crescimento no Brasil, sustentado, sobretudo, pelo aumento do consumo do combustível no país, com as vendas dos carros flex. E as exportações do etanol, que eram praticamente traço nas estatísticas dez anos atrás, dão sinais de recuperação, puxadas pela demanda americana, mesmo com forte lobby internacional contra os biocombustíveis.


"Os EUA são, pelo segundo ano consecutivo, o principal destino do álcool brasileiro", diz Plínio Nastari, presidente da consultoria Datagro. A expectativa é de que as usinas exportem 4,8 bilhões de litros na safra 2008/09, alta de 39% sobre o ciclo anterior. O mercado americano deverá absorver dois terços deste volume. União Européia e Ásia, sobretudo o Japão, que tem interesse em produzir o álcool em parceria com o Brasil, respondem pelo restante.


Apesar de serem os maiores produtores mundiais de etanol, os EUA não devem conseguir suprir sua demanda interna, estimada em 34 bilhões de litros. A produção naquele país está estimada em cerca de 30 bilhões de litros. A escalada dos preços do milho, principal matéria-prima para o etanol americano, tornou o álcool brasileiro super competitivo naquele mercado, mesmo com a tarifa de US$ 0,54 por galão e 2,5% de tarifa ad valorem. O álcool chega nos EUA a US$ 2,67 por galão. É praticamente mesmo valor que os americanos gastam para produzir o álcool deles, em torno de US$ 2,70 por galão. Os custos vão subir ainda mais lá, com as fortes chuvas inundando as lavouras de milho.


Nastari não acredita que o governo americano derrube a tarifa de importação do etanol, pelo menos no curto e médio prazos. Mas considera que os EUA poderão estimular a entrada de álcool de outros mercados, com a criação de salvaguardas, para acirrar a competitividade naquele mercado.


Escrito por Brasnutri às 13h57 [ envie esta mensagem ]



SOLUÇÕES INTEGRADAS

A BRASNUTRI, com sede em Uberlândia-MG, é uma empresa moderna com visão estratégica diferenciada no mercado. Por que dizemos isso? Simples: a estrutura dos nossos negócios contempla a visão completa da cadeia de valor dos resíduos domésticos e industriais. Desta forma, a nossa prestação de serviços em logística integrada de soluções ambientais, incluindo todo o processo de licenciamentos, chega ao resultado extraordinário do nosso produto acabado.  O produto acabado, no caso, são os fertilizantes orgânicos e organominerais de excelente performance, atestado em campo e comprovado pelos nossos clientes.

Na hora de escolher o fertilizante certo para sua lavoura, escolha fertilizantes orgânicos BRASNUTRI.

Pensou em licenciamento ambiental com eficiência, rapidez e agilidade?

Pensou BRASNUTRI!

BRASNUTRI - soluções integradas para melhor atender você.

(34) 3232 3316

E-mail: brasnutri@brasnutri.com.


Escrito por Brasnutri às 11h19 [ envie esta mensagem ]



DIA DO MEIO AMBIENTE

É com orgulho que a Brasnutri preza por ser uma empresa socialmente responsável e ecologicamente correta. Baseada nesses princípios, nas comemorações do Dia Mundial do Meio Ambiente, em parceria com a Kraft Foods do Brasil, a Brasnutri distribuirá 1.600 kits (vide foto acima) nas escolas públicas de Araguari, no Triângulo Mineiro. A ação contempla, através da educação ambiental, o ato prático de plantar sementes de girassol, demonstrando assim a importância do desenvolvimento sustentável aliado à preservação da natureza. Faz parte da nossa cultura disseminar conhecimento e evoluir com a sociedade do futuro. Só temos a ganhar com isso! 


Escrito por Brasnutri às 10h38 [ envie esta mensagem ]



AÇÃO SOCIAL

Brasnutri e Kraft Foods do Brasil em ação social conjunta em prol da educação ambiental nas escolas públicas de Araguari-MG (Triângulo Mineiro). Em breve, saiba mais sobre essa brilhante iniciativa. O programa Bom Vizinho Escolas já é conhecido no Brasil todo pelo desdobramento positivo que é dado no envolvimento da indústria e a comunidade local onde ela atua.

CURIOSIDADE: A Kraft Foods Brasil é subsidiária da norte-americana Kraft Foods, segunda maior indústria de alimentos no mundo e primeira nos Estados Unidos. No Brasil, a empresa conta com um portfólio de marcas consagradas como Lacta, Royal, Tang, Clight, Maguary, Club Social, Trakinas, Bits Chipits, Oreo e Philadelphia. A Kraft tem na Responsabilidade Social Corporativa um dos pilares estratégicos, atuando nas áreas de combate à fome e desnutrição, educação, melhoria da qualidade de vida, e promoção da sustentabilidade nas comunidades onde está presente com parceiros como Care Brasil; Cren (Centro de Recuperação e Educação Nutricional); Pastoral da Criança; Fome Zero e Abrinq; além do “Programa Voluntário Kraft”, considerado benchmark em Curitiba (PR) e do Programa Bom Vizinho.

 


Escrito por Brasnutri às 13h23 [ envie esta mensagem ]



MEIO AMBIENTE

Salve você o planeta. Uma iniciativa do jornal O Globo. Leia mais aqui.


Escrito por Brasnutri às 09h09 [ envie esta mensagem ]



COMÉRCIO INTERNACIONAL

Fernando Lopes, de São Paulo

Diretamente responsável pelo forte aumento global dos preços dos alimentos, a crescente demanda dos países emergentes, particularmente China e Índia, também é determinante para o galopante encarecimento dos insumos agrícolas no mercado internacional.


Grandes importadores de grãos e outros produtos agropecuários, esses países - a Rússia entre eles - vêm tentando estimular o aumento de suas próprias produções, em geral ineficientes e carentes de investimentos. Daí a importância dos insumos, muitos dos quais com expressivas ofertas locais, ao contrário do que acontece com os alimentos.


O caso dos fertilizantes é emblemático. Elevados à condição de vilã da agroinflação por agricultores do mundo todo, os adubos são produzidos em larga escala em China, Índia e Rússia, cada um com uma especialidade. E normalmente são exportados para celeiros como o Brasil, que agora passaram a enfrentar mais dificuldades para recebê-los.


Com a alta de subsídios locais e a imposição de tarifas sobre os embarques, dizem especialistas, chineses, indianos e russos terminam, involuntariamente, por colaborar para a criação de um círculo vicioso que vem resultando em mais aumento dos preços. Isso porque insumos mais caros - e os fertilizantes mais do que dobraram no último ano - significam alimentos mais caros.


De 2000 a 2006, a demanda chinesa saltou de 34,4 milhões de toneladas de nutrientes para 47,7 milhões, segundo a Associação Internacional da Indústria de Fertilizantes (IFA), com sede em Paris.


Como observa Mário Barbosa, presidente da Associação Nacional para Difusão de Adubos (Anda), que também preside a Bunge Fertilizantes, apenas o aumento chinês supera de longe todo o consumo brasileiro, calculado pela IFA em 8,9 milhões de toneladas de nutrientes em 2006 - em produtos finais, foram quase 21 milhões de toneladas naquele ano.


No caso da Índia, o incremento de 2000 para 2006 foi de 17,7 milhões para 20,1 milhões de toneladas, e com isso os dois gigantes emergentes (China e Índia) determinaram o salto do consumo mundial no intervalo, de 136,7 milhões para 157,3 milhões de toneladas. A partir desta explosiva demanda - e preocupados em atendê-la da forma mais acessível -, ambos adotaram medidas que alavancam os preços e preocupam países importadores.


Entre essas medidas estão os subsídios, prática adotada por chineses e indianos. Barbosa observa que, só na Índia, foram US$ 25 bilhões em subsídios para facilitar a compra de adubos apenas no ano passado.


Mas, apesar do potencial distorcivo que carregam, os subsídios não estão no topo da lista de preocupações dos importadores, que reservam o posto para as tarifas sobre as exportações, em alta com a expressiva escalada dos preços e, apesar dela, do apetite de países de Brasil e Argentina, interessados em plantar para atender ao consumo mundial de alimentos e aproveitar os excelentes preços de grãos como milho, trigo e soja.


Na China, as exportações de nutrientes derivados do nitrogênio já pagam taxa entre 100% e 130%. Para os nutrientes derivados do fosfato, as tarifas variam de 130% a 135%. A Rússia, outro emergente grande exportador de fertilizantes, taxa os embarques de nitrogenados e de fosfatados em 8,5%, impõe tarifa de 6,5% sobre as vendas externas de enxofre - é imprescindível para a produção de fosfatados - e de 5% sobre os embarques de nutrientes do potássio.


Nitrogênio, fosfato e potássio são as principais fontes de nutrientes para adubos. No mundo, nenhum deles está sobrando. No Brasil, são limitados as fontes de nitrogenados e potássicos. As de fosfatados são menos restritas, mas, como em todos os casos, os investimentos para explorar essas fontes são bilionários.


Escrito por Brasnutri às 10h42 [ envie esta mensagem ]



PARA COMBATER A ALTA DO ADUBO

O Ministério da Agricultura já reuniu em seu departamento de gestão estratégica um coquetel de medidas a serem debatidas com outros órgãos do governo e com a cadeia produtiva para tentar estimular a concorrência e frear a disparada dos preços dos fertilizantes no mercado interno, que mais do que dobraram só no último ano.


Reflexo direto de um superaquecido mercado internacional, a alta no Brasil, que importa entre 65% e 70% de seu consumo total, é apontada pelos produtores rurais como uma das vilãs do encarecimento global dos alimentos e obstáculo para a expansão da oferta agrícola doméstica. Também colabora para renovar as acusações de existência de cartel no segmento, oligopolizado no mundo e no país em virtude dos elevados investimentos necessários para pesquisas e exploração das fontes de nutrientes que compõem os adubos.


Segundo Ali Saab, técnico do departamento de gestão estratégica escalado para analisar o segmento e apresentar alternativas para combater para o problema, a situação é complexa, provocada pela sobreposição de alguns vetores e exige ações em diferentes frentes. Uma delas, viável no curto prazo, é a redução temporária da Tarifa Externa Comum do Mercosul (TEC) de 4% sobre o ácido fosfórico e de 10% sobre o fosfato bicálcico, que foi anunciada na terça-feira em audiência pública na Comissão de Agricultura da Câmara.


Mas Saab sabe que é pouco, uma vez que praticamente não há barreiras tarifárias para a importação, por agroindústrias ou agricultores. No quesito desonerações, também estão em avaliação a derrubada do Adicional ao Frete para a Renovação da Marinha Mercante (AFRMM) - equivalente a 25% do valor do frete das importações - e uma antiga demanda das indústrias brasileiras, que é o fim da cobrança de ICMS no transporte interestadual da produção doméstica, que já não onera as importações. Esta decisão, entretanto, depende do aval do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).


Para estimular a competição, o Ministério da Agricultura se dispôs, nos últimos meses, a fortalecer o poder de barganha dos agricultores nesse mercado, por meio do incentivo à formação de grupos com escala suficiente para garantir preços melhores no exterior. Grandes grupos da região Centro-Oeste, como o Consórcio Cooperativo Agropecuário Brasileiro (CCAB), que reúne 20 cooperativas de quatro Estados, já partiram para o modelo, mas casos como esse são raros e a estratégia é de médio prazo.


"Como a importação está aberta a todos, o ministério estimula de forma veemente que organizações de produtores se reúnam em uma holding para importar", diz Saab. Segundo ele, o ministério também poderia tentar aproximar os agricultores brasileiros dos exportadores de fertilizantes de países como a Rússia, por exemplo. "Quem sabe promovemos a troca direta entre o insumo e os nossos produtos agrícolas de exportação".


Dois modelos de linha de crédito voltada aos agricultores também estão sendo avaliadas e poderiam ser operacionalizadas por BNDES e/ou Banco do Brasil. Uma delas seria para custear a compra de adubo; a outra, para estimular a aquisição ou a construção de unidades misturadoras - que combinam os nutrientes e os transformam em fertilizantes finais - próximas a portos como o de Paranaguá (PR), para facilitar o uso de importados.


Medidas como essas, afirmam executivos e especialistas do segmento, são paliativos bem-vindos, mas paliativos. A questão estrutural é o fato de o Brasil, uma das maiores potências do agronegócio mundial, não ser capaz de atender à demanda de seus produtores, e uma saída para essa sinuca de bico é mais difícil de ser encontrada. São três as principais fontes de nutrientes para a fabricação de adubos - nitrogênio, potássio e fosfato -, e o país só tem possibilidades reais de avançar nos fosfatados.


Para elevar a oferta interna de nitrogenados, o Brasil precisa de gás natural, disputado por termelétricas, residências e veículos. No potássio, monopolizado pela Vale, são escassas as reservas nacionais. Restam os fosfatados, alvos principais dos projetos de expansão das indústrias.

FONTE: VALOR ECONÔMICO


Escrito por Brasnutri às 12h32 [ envie esta mensagem ]



LOGÍSTICA

As transportadoras devem reajustar em até 8% o preço do frete de insumos agrícolas, segundo informou o presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Alimentação Animal (Sindirações), Mário Sérgio Cutait.

– As transportadoras já nos comunicaram que vão repassar o aumento desde o dia 5 – disse Cutait, depois de participar de uma audiência pública, nessa terça-feira, dia 6, da Comissão de Agricultura da Câmara que discutiu o aumento dos insumos agrícolas.

Cutait não soube precisar em quanto esse aumento refletirá no preço da ração animal, mas afirmou que haverá aumento.

– Hoje, qualquer migalha conta – disse se referindo à conjuntura atual de alta no preço dos insumos agrícolas.

O aumento do frete dos insumos reflete a alta de 15% no preço do óleo diesel nas refinarias, anunciado na semana passada.

Segundo o presidente do Sindirações, o crescimento da demanda mundial superior ao aumento da produção tem gerado a alta  dos preços dos insumos nos últimos meses. O preço dos fertilizantes, por exemplo, aumentou de 40% a 100% nos últimos meses, como informou o diretor de Economia Agrícola do Ministério da Agricultura, Wilson Vaz de Araújo.

O diretor não soube dizer, no entanto, se o aumento dos insumos pressionará ainda mais o preço dos alimentos, que já estão em alta.

– Nós não sabemos, porque o agricultor não é um formador de preço, ele é um tomador de preço – afirmou Araújo.


Escrito por Brasnutri às 15h42 [ envie esta mensagem ]



SEGURANÇA DO TRABALHO


Escrito por Brasnutri às 14h46 [ envie esta mensagem ]



SEMINÁRIO

É com satisfação que a Brasnutri recebe o convite da cunsultoria Ambiance para participar como conferencista, nos dias 28 e 29 de maio, do Seminário GESTÃO E PREVENÇÃO AMBIENTAL, em São Paulo. Desde já agradecemos o convite e o reconhecimento do nosso trabalho desenvolvido na área de Logística de Resídos Industriais. A nossa participação está confirmada e, em breve, aqui no blog, você ficará a par do desdobramento desse evento. Para participar do seminário, favor entrar em contato com a Ambiance através do email: ambiance@ambianceconsultoria.com.br, ou pelo telefone (11) 5093 9885. Até lá!


Escrito por Brasnutri às 09h41 [ envie esta mensagem ]



A BATALHA DOS ALIMENTOS ORGÂNICOS


Escrito por Brasnutri às 22h58 [ envie esta mensagem ]



BRASNUTRI DE OLHO NA OPINIÃO DA UNCTAD

Por Assis Moreira

As Nações Unidas incrementaram o debate global em torno da crescente inflação dos alimentos e alertaram que o aumento dos lucros proporcionados pelas exportações agrícolas está beneficiando menos os agricultores dos países em desenvolvimento e mais as agroindústrias processadoras de matérias-primas, as tradings e as grandes redes de supermercados.


A análise é baseada na enorme concentração na distribuição dos alimentos, comparada à fragmentação do lado da oferta. E ajuda a explicar a diferença crescente entre o que os consumidores pagam e o que os produtores agropecuários de fato recebem.


Diante disso, a Agência das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) prega que a nova realidade no comércio internacional, caracterizada por demanda duradoura e alta de preços, exige que os países reforcem com urgência suas políticas de concorrência agroindustrial. Em plena crise, o tema será colocado aos chefes de Estado e dezenas de ministros que participarão da grande reunião do órgão na próxima semana, em Accra (Gana).


O índice de preços da Unctad para as commodities (exclui petróleo) alcançou recentemente seu maior nível em dólar desde 1960. Aumentou 159% entre janeiro de 2002 e janeiro de 2008. As matérias-brutas de origem agrícola subiram 133%, enquanto os preços de metais e minerais progrediram 285% no período.


O aumento atual dos custos mundiais de quase todos os gêneros alimentícios repercute na cadeia de valor e abastecimento, pressionando a inflação e causando mais insegurança alimentar, sustenta a Unctad. A entidade nota que é esse movimento que leva cada vez mais governos a adotar medidas para controlar a situação. Para a agência da ONU, sem uma política de concorrência adequada, a situação tende a se agravar.


E a preocupação cresce. Na França, Christine Lagarde, ministra da Economia, convocou uma mesa-redonda com produtores, processadores e supermercados depois de constatar uma elevação média de 5% nos preços ao consumidor, mas com alguns alimentos subindo até 27% em um ano.


Nos países industrializados, a população gasta entre 10% e 15% da renda com alimentos, enquanto nos países em desenvolvimento esse percentual varia de 50% a 75%, de acordo com economistas. Daí porque a Unicef, fundo das Nações Unidas para a infância, qualifica a situação atual de "bomba de efeito retardado" e teme que mais crianças nos países pobres abandonem a escola para trabalhar e ajudar as famílias a comprar comida.


A previsão é que a fatura de importação de cereais dos países da África deverá aumentar de US$ 6,5 bilhões, na temporada 2002/03, para US$ 14,6 bilhões em 2007/08. Na Ásia, a conta tende a subir de US$ 7 bilhões para US$ 15,4 bilhões na comparação. Em outros países mais pobres e com amplo déficit de alimentos, apenas a importação de trigo poderá saltar de US$ 7,8 bilhões para US$ 19,1 bilhões no intervalo.


O Programa Alimentar Mundial (PAM) informou que 80% dos alimentos que distribuiu à população pobre em 70 países foram comprados de produtores locais, e pontuou que as aquisições foram realizadas "de maneira equilibrada" para não provocar mais inflação nesses países.


O PAM aumentou sua necessidade de recursos para este ano de US$ 2,9 bilhões para US$ 3,4 bilhões, justamente em virtude da elevação dos preços. Mas dos US$ 500 milhões adicionais que pediu à comunidade internacional, só recebeu até agora US$ 14 milhões, apesar de a crise de alimentos ter entrado com força na agenda política mundial.


Escrito por Brasnutri às 11h29 [ envie esta mensagem ]



AGENDA

Workshop da FIEMG sobre poluição e licenciamento ambiental. Veja mais aqui.


Escrito por Brasnutri às 18h14 [ envie esta mensagem ]



DO BOI AO EUCALIPTO

O grupo JBS-Friboi e a MCL Participações se uniram para formar a Florestal Investimentos. A idéia é plantar 500 mil hectares de eucaliptos na Região Centro-Oeste. Os investimentos podem chegar a US$ 900 milhões, prevê Derci Alcântara, presidente da nova empresa.


Escrito por Brasnutri às 14h49 [ envie esta mensagem ]




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